Adizero Boston 13
Firmeza e resposta para sustentar treinos mais rápidos e longos.
Duas experiências explicadas do jeito que você sente.
Firmeza e resposta para sustentar treinos mais rápidos e longos.
Proteção e passada controlada para correr mais longe.
O Boston 13 combina uma plataforma mais firme e estável com retorno de energia suficiente para treinos de ritmo.
O teste descreve o Boston 13 como mais leve e saltitante, com resposta elevada e estabilidade na região central e dianteira, classificando-o especialmente bem para treinos de ritmo sustentado.
Um corredor após centenas de milhas destaca estabilidade, resposta e conforto em treinos de ritmo e distância média a longa, embora ressalte rigidez e forma mais estreita na frente.
O Cloudsurfer Max oferece bastante amortecimento, mas a espuma mantém uma sensação mais firme, com pouca resposta para acelerar.
O laboratório encontrou boa absorção de impacto, especialmente na frente em comparação ao Cloudsurfer 2, mas espuma firme e baixo retorno de energia.
Os testadores destacam proteção em corridas longas e maciez moderada, sem muito afundamento. A resposta foi menos evidente nos ritmos mais tranquilos.
A transição mais suave e o retorno de energia favorecem ritmos sustentados; o modelo também se destaca pela estabilidade. A rigidez pode ser menos interessante em corridas de recuperação.
A avaliação dá pontuação muito alta para treinos de ritmo sustentado e destaca estabilidade, energia e uma transição mais suave, posicionando o Boston 13 como workhorse rápido.
A experiência de centenas de milhas relata uso em treinos de ritmo e médios a longos, destacando estabilidade e retorno de energia, mas também apontando limitações em recuperação.
A curvatura moderada favorece a transição da passada, enquanto as laterais elevadas ajudam no controle. O peso e a pouca resposta limitam a agilidade.
O teste destaca estabilidade pela espuma firme, pelas laterais elevadas e pelos reforços do cabedal. A curvatura é moderada, mas a construção não favorece velocidade.
A avaliação descreve uma passada geralmente suave e algum suporte pela entressola. Em esforços muito leves, um testador sentiu mais trabalho para manter a cadência.
O ajuste é seguro, com a língua bem presa, mas a região dos dedos é mais afunilada.
O teste destaca língua bem travada e ajuste seguro, mas identifica uma caixa dos dedos afunilada, ponto relevante para quem precisa de mais espaço.
Relatos de pessoas que usaram o Boston 13 discutem seu ajuste inicial e ajudam a contextualizar a sensação de firmeza, rigidez e espaço disponível na região dianteira.
A frente afunila. Após ajustar os cadarços, alguns corredores obtêm boa fixação, mas relatam dificuldade na amarração e atrito no calcanhar em corridas longas; a ventilação fica abaixo da média.
O laboratório encontrou largura geral confortável, frente afunilada e ventilação abaixo da média. Os relatos indicam tamanho próximo ao habitual.
Os testadores conseguiram boa fixação após ajustar os cadarços, mas relataram dificuldade na amarração e atrito da região do calcanhar em corridas longas.
É uma opção para quem busca um tênis de treino rápido para ritmos sustentados e corridas médias a longas; a rigidez pode ser menos interessante para recuperação.
A análise posiciona o modelo como excelente para treinos de ritmo sustentado e destaca a combinação de estabilidade, resposta e conforto em diferentes intensidades.
A experiência após centenas de milhas reforça o uso como workhorse para treinos de ritmo e distância média a longa, embora a rigidez possa ser menos interessante para recuperação.
É mais coerente para longões (treinos de corrida mais longos) e rodagens tranquilas, quando proteção e controle importam mais que leveza ou velocidade.
A On indica o modelo para corridas diárias e longas, com foco em conforto sustentado e amortecimento CloudTec Phase duplo.
A avaliação relata boa proteção dos pés e pernas em treinos longos, mas ressalva o ajuste no calcanhar e a menor agilidade em esforços muito leves.
A plataforma firme e estável sustenta treinos de ritmo e corridas longas com retorno de energia; o ajuste prende bem o pé, mas a frente afunilada pode apertar quem precisa de espaço.
O amortecimento protege sem afundar demais, e as laterais elevadas ajudam no controle em treinos longos e corridas confortáveis; o peso e a pouca resposta não favorecem acelerar.
| Característica | adidas Adizero Boston 13 | On Cloudsurfer Max |
|---|---|---|
| Peso | 253 g (tamanho de referência não informado) | Aproximadamente 292 g (tamanho BR 40) |
| Drop | 6 mm | 6 mm |
| Altura no calcanhar | 36 mm | 37 mm |
| Altura no antepé | 30 mm | 31 mm |
| Placa | Sem placa. | Sem placa. |
| Cabedal | Cabedal (parte que envolve o pé) em malha têxtil leve e respirável, com construção de malha projetada. | Malha de poliéster com reforços laterais, língua acolchoada e estrutura de firmeza moderada no calcanhar. Ventilação limitada nos testes. |
| Entressola | Entressola (camada de espuma entre o pé e o solado) com Lightstrike Pro e Lightstrike EVA em construção de dupla densidade, além de varetas ENERGYRODS 2.0. A adidas informa 13,8% mais espuma Lightstrike Pro que no antecessor. | Espuma Helion com CloudTec Phase duplo (duas camadas de cavidades que se comprimem em sequência durante a passada), com amortecimento protetor e sensação mais firme. |
| Solado | Solado com borracha Lighttraxion e borracha Continental na região dianteira. | Borracha em áreas de maior desgaste, com cobertura ampliada e sulcos entre os segmentos. Boa aderência no seco e no molhado nos testes. |
| Suporte à passada | Neutro. | Neutro, com suporte leve favorecido pelas laterais elevadas, pela espuma firme e pelos reforços do cabedal, sem mecanismos específicos de controle da passada. |
| Terreno | Asfalto/estrada. | Asfalto e outras superfícies pavimentadas. |
| Uso sugerido | Treinos rápidos, de ritmo/limiar e intervalados; corridas diárias e provas de 5 km, 10 km e até meia maratona. | Longões (treinos de corrida mais longos) e rodagens (corridas contínuas em ritmo confortável), quando amortecimento e controle são prioridades. |
| Fontes |
|
|
| Observações | As ENERGYRODS 2.0 são varetas, não uma placa integral ou parcial. As fontes divergem sobre o material: a adidas informa fibra de vidro, enquanto a RunRepeat descreve carbono. As alturas nominais informadas pela adidas são 36/30 mm; as medições laboratoriais da RunRepeat registram 34,3/28,3 mm. A adidas informa peso de 253 g sem indicar tamanho; a SoleReview publica 260 g no tamanho US 9, e a RunRepeat mediu 254 g em outro exemplar. | O peso de 292 g corresponde à versão masculina no tamanho BR 40 e pode variar conforme o tamanho e o exemplar. A Velocità informa alturas de 37 mm e 31 mm e drop de 6 mm; a RunRepeat mediu 37,3 mm e 29,4 mm, com drop de 7,9 mm. Os valores podem variar conforme o método de medição e os componentes incluídos na altura do calçado. Alguns testadores relataram atrito na região do calcanhar em corridas longas. O conforto dessa área e a fixação dos cadarços podem variar conforme o formato do pé e as meias usadas. |